Otimizando o seu blog para os buscadores
Os buscadores atualmente dispõe de meios para encontrar e classificar quase tudo que há na rede, mas se você contar apenas com isso, vai aproveitar bem pouco desse enorme tráfego gerado a partir de buscas dos internautas. Mas o que se pode fazer para melhorar a colocação de seu blog nas buscas?
Bem, há algumas medidas bem óbvias e outras nem tão óbvias assim que podem fazer o seu ranking melhorar sensivelmente. Vou listar aqui algumas delas (as que conseguir me lembrar…).
Ao escolher a sua template, busque uma que seja compatível com a tal da Web 2.0
Escolha uma template que tenha XHTML válido, CSS válido, que seja semântica (organize o conteúdo em tags apropriadas, tornando-o compreensível para as máquinas, que se baseiam no código-fonte e não na aparência para interpretar e indexar o site).
Um layout clean que leve em conta a usabilidade
Isso pode facilitar a vida do usuário e te garantir alguns visitantes fiéis.
Use elementos <h1>…<h6> nos títulos
Use elementos <h1> no título e <h2>, <h3>, etc. para os subtítulos, por ordem de importância e nunca substitua o título em texto por uma imagem ou torne o seu <h1> invisível com display none, visibility hidden ou usando a mesma cor do fundo, pois isso não funciona – é como se não existisse.
Use o nome do post como título da página
O nome do post como parte do título é imprescindível, mas certamente “Artigo que escrevi | Nome do meu blog” funciona melhor que “Nome do meu blog | Artigo que escrevi”. No segundo caso, os primeiros caracteres de todas as páginas do blog são iguais! Mas o ideal mesmo é usar nas páginas de posts apenas o nome do post.
Use URLs amigáveis em lugar das URLs padrão do WordPress
O WordPress, quando rodando em um servidor Apache, oferece o recurso de trabalhar com URLs literais em vez das URLs baseadas em parâmetros GET, como “seu_site/?p=124″.
É sempre bom usar as antigas meta-tags description e keywords
Elas não são mais o foco dos robôs indexadores, mas ainda tem peso e convém ser coerente. A tag meta description espera uma descrição do site, enquanto na keywords podemos listar palavras que consideramos afins ao conteúdo existente no site.
Crie arquivos robots.txt e sitemap.xml para auxiliar a indexação de seu site
A existência desses arquivos elimina grande parte do trabalho dos robôs para indexar seu site, sem falar que a indexação é executada de acordo com os seus parâmetros. Leia mais sobre o robots.txt e sobre o sitemap.xml.
Organize o seu conteúdo de forma lógica
O WP oferece atualmente as categorias e as tags para classificar seus posts, isso sem falar na classificação por data, automática. O fato é que reina uma grande confusão sobre as diferenças e semelhanças entre tag e categoria… Como usá-las?
As categorias serão vistas como as subdivisões primárias do seu conteúdo e, embora o WordPress permita usar mais de uma categoria em cada post, isso não é nem um pouco recomendável – não faz sentido. Portanto “coloque” seu post em uma categoria apenas.
Já com as tags é diferente – elas existem justamente para conseguirmos um nível mais específico de organização. Por exemplo, dois posts de categorias diferentes podem compartilhar a mesma tag sem problemas.
Uma dica importante é o seguinte: não crie novas tags a cada novo post – procure usar as tags existentes. Uma tag relacionada com um único post não representa nada em termos de organização ou de usabilidade.
Modestamente vou indicar um plugin que desenvolvi para facilitar na hora de escolher as tags e que nos dá uma visão geral, evitando esse tipo de erro, o View Tags, publicado aqui.
Cadastre seu site nos mecanismos de busca
Este é um item discutível, pois os principais sites de busca não dependem mais disso. Mas continua sempre sendo uma boa política cercar o bicho pelos sete lados!
Não economize nos links de navegação
O ideal é ter na barra lateral links para os principais posts e páginas e links por data e categorias. Se o seu blog tem uma navegação fácil, isso por si só já á um ponto a favor do seu sucesso – e os buscadores sabem disso! Ajuda usar plugins como o Related Posts e outros que mostrem os posts por ordem de acessos.
Use o atributo rel=”nofollow” nos links que não representam nada para os buscadores, como para feed RSS ou comentários.O conteúdo mais importante deve estar colocado acima
O conteúdo mais relevante deve sempre estar em cima do resto da página. Se isso for um problema no seu layout, use CSS para posicionar o elemento no lugar certo, mas de forma que no código ele apareça primeiro.
Se a sua template inclui o sidebar.php antes de listar os posts, faça uma reforma e corrija isso!
Escreva sempre
Não adianta usar todos os recursos disponíveis e escrever dois posts por mês. Nós podemos ajudar os buscadores a indexar o conteúdo do seu site, mas é preciso que haja conteúdo a ser indexado! (sem comentários).
No universo dos blogs, as atualizações precisam ser constantes. São mais de 50 milhões de blogs disputando a atenção dos internautas e quem oferece menos recebe menos…
Como mostrar o seu último Twitter no seu blog
Vi esta matéria no WordPress-Love e achei muito interessante, fica aqui a dica escrita por eles, e logo após uma dica mais simples escrita por mim :)
O Twitter é hoje em dia uma das ferramentas mais utilizadas da internet (7 milhões de utilizadores) e representa não só o microblogging, como também uma oportunidade de interagir de forma dinâmica e engraçada com a sua audiência. Actualmente são pouco os blogueiros que ainda não aderiram à moda, o que significa que se torna cada vez mais importante utilizá-lo como ferramenta de trabalho e crescimento.
Para apresentar as suas últimas entradas no Twitter, na sidebar ou noutro local do seu blog, utilize o seguinte código e personalize-o ao seu gosto:
<?php
// O seu username do twitter.
$username = “TwitterUsername”;// Prefix – Algum texto que queira colocar antes do seu último Twett.
// (HTML pode ser usado, mas utilize as citações com barra: por exemplo href=\”link.html\”)
$prefix = “<h2>O meu último Tweet</h2>”;// Suffix – Algum texto para colocar depois do seu último Tweet. (A mesma regra do prefix.)
$suffix = “”;$feed = “http://search.twitter.com/search.atom?q=from:” . $username . “&rpp=1″;
function parse_feed($feed) {
$stepOne = explode(”<content type=\”html\”>”, $feed);
$stepTwo = explode(”</content>”, $stepOne[1]);
$tweet = $stepTwo[0];
$tweet = str_replace(”<”, “<”, $tweet);
$tweet = str_replace(”>”, “>”, $tweet);
return $tweet;
}$twitterFeed = file_get_contents($feed);
echo stripslashes($prefix) . parse_feed($twitterFeed) . stripslashes($suffix);
?>
É só! Agora já pode colocar os seus Tweets na sidebar do seu blog. Veja o exemplo em baixo!
Uma outra dica mais simples (e a que recomendo) é instalar o plugin Twitter Tools (traduzido para o pt-br), que possibilita o efeito contrário também, ou seja, enviar o link das últimas postagens do blog para seu Twitter !
Pacote de icones desenhados à mão
Os caras da Spoon Graphics lançaram há 2 dias um fantástico pacote de ícons que é realmente uma mais-valia no mercado da customização de blogs e websites. Considero inclusivé que este pacote poderia muito bem ser pago, dada a sua qualidade e irreverência.
Este é um pacote de ícons com estilo desenhado à mão, que inclui 14 ícons diferentes, a pensar nos blogueiros. O pacote inclui ícons para o Delicious, Design Float, Digg, Facebook, StumbleUpon, Technorati e Twitter, bem como para o RSS, Home, Comentários, Contactos e WordPress.
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Fonte: WordPress-Love
Como colocar expiração automatica de artigos no seu blog
Uma vez que o WordPress não inclui por defeito uma função que permita ao editor definir quanto tempo um determinado artigo deverá ficar online, muitos editores sentem dificuldades em automatizar o periodo de expiração de artigos, tendo geralmente de recorrer a métodos manuais.
Eis no entanto uma forma muito eficiente e engraçada de colocar expiração automática de artigos no seu blog WordPress:
Edite o seu template e substituia o seu loop actual do WordPress por este loop:
<?php
if (have_posts()) :
while (have_posts()) : the_post(); ?>
$expirationtime = get_post_custom_values(’expiration’);
if (is_array($expirationtime)) {
$expirestring = implode($expirationtime);
}$secondsbetween = strtotime($expirestring)-time();
if ( $secondsbetween > 0 ) {
// For exemple…
the_title();
the_excerpt();
}
endwhile;
endif;
?>
Para criar um artigo com data/hora de expiração, apenas precisa de criar um ’custom field’. utilize-o com a chave expiration e a sua data/hora como valor no campo (formato: mm/dd/yyyy 00:00:00).
Este artigo não mais irá aparecer após a data marcada.
Fonte: WordPress-Love
Como converter um layout em PSD para HTML
Excelente Dica encontrada no blog NetTuts.
Apesar de estar em inglês, creio que todos não terão maiores dificuldades em entender pois muitas imagens foram utilizadas, e os arquivos utilizados no tutorial estão disponíveis por lá também.
Não deixem de conferir !
Guia para blogueiros de primeira viagem
O blog Blosque.com resolveu elaborar uma cartilha com dicas para blogueiros de primeira viagem. A cartilha é gratuita e se chama Bê-a-Blog, são 120 dicas separadas em 8 seções:
1. Começando a Blogar;
2. Design e Visual;
3. Conteúdo;
4. Comportamento;
5. Divulgação;
6. Networking;
7. Monetização;
8. Miscelânea.
Faça o download da cartilha e comece com o pé direito !
Como traduzir temas e plugins?
Quem lida com o WordPress provavelmente já traduziu um tema, simplesmente buscando por strings nos arquivos e substituindo pelo equivalente em português. Isso é simples (até certo ponto) e eficaz, mas o WP oferece um sistema de tradução nativo, baseado no GNU Gettext. Verdade que muitos desenvolvedores não dão a menor bola para isso, mas alguns sim! Um brinde a esses!
Nas próximas linhas vamos tentar mostrar como “internacionalizar” um tema ou plugin – usarei daqui em diante o termo genérico “addon” para ambos.
O modo grosseiro
O primeiro caso (citado acima) não requer muito conhecimento, apenas paciência. Onde achar uma frase traduzível, traduz e salva. Se eu fosse você, não apagaria as frases originais nesse caso. Mas isso só se aplica a temas e plugins que foram desenvolvidos sem essa preocupação – nos que usam as funções de tradução, o trabalho é bem mais fácil.
Se o addon que deseja traduzir tem suporte a tradução…
… as strings serão tratadas com as funções _e() e __(). Ou seja, o que você esperava que fosse assim:
<h2>Plugin title</h2>
aparece assim no código:
<h2><?php _e("Plugin title", "text_domain"); ?></h2>
Aqui “text_domain" é uma string definida pelo desenvolvedor para identificar o plugin no sistema de tradução e é definida pelas funções load_theme_textdomain() e load_plugin_textdomain() que associam o textdomain ao arquivo .mo, que é gerado a partir do catálogo PO.
Deve haver um ou mais arquivos com extensão .PO incluídos no pacote ou, de preferência, um arquivo .POT – que nada mais é que um .PO apenas com as strings originais, sem tradução, para servir de base para criação dos arquivos .PO. Para editar esses catálogos (PO ou POT), você pode usar o poEdit que é grátis e simples de usar.
Nesse caso, você não deve modificar os arquivos do addon – a tradução acontecerá apenas no catálogo, que deverá ser salvo seguindo o padrão definido pelo WP:
textdomain + ‘-’ + código da linguagem + ‘.po’ -> no nosso exemplo seria assim -> text_domain-pt_BR.po
Ao finalizar a tradução, salve o catálogo. Neste momento o poEdit gera automaticamente um arquivo de mesmo nome com extensão .MO – esse é que será usado pelo WordPress, o .PO é apenas para nós, humanos, conseguirmos ler e editar as strings.
Se o arquivo text_domain-pt_BR.mo estiver presente no diretório informado ao declarar o textdomain, basta configurar a constante WP_LANG (em wp-config.php) para “pt_BR” e pronto, se tudo deu certo, o sistema aparecerá em português.







